Esses dias postei nas redes sociais do BLOG SEM RÓTULO uma crítica, um pouco velada, a um restaurante em Fortaleza. Na verdade, um texto pequeno, no story e no calor da emoção (ainda estava esperando o carro na recepção para ir embora). Nem citei o nome, mas comentei sobre os problemas no atendimento. Uma experiência ruim para a primeira vez que pus os pés no local, e que, dificilmente, andarei de novo. Ou melhor, posso até andar por lá de novo, mas não antes de esquecer o amargor dessa primeira ida.
Fui convidado para um evento. Até aí, tudo bem, já que, como jornalista, sempre recebo convites do tipo. Inclusive, fiquei bem animado para esse evento justamente porque iria conhecer o dito-cujo, um restaurante super badalado e “instagramável” (ainda se usa esse termo?). E quando um espaço aceita realizar um evento, obviamente tem a capacidade de atender todos os convidados pelo menos dignamente. O local é, de fato, muito bonito, espaço agradável, vista é linda, e os funcionários atenciosos. Tentaram, em vão, contornar a situação.
Em paralelo, um outro evento acontecia no lugar, e claramente não deram conta. Pedir água era motivo de nervosismo. E as entradas? Talvez fossem maravilhosas, mas não tive a oportunidade de provar, pois não chegaram. Lembra que no começo do texto eu falei sobre “amargor”? Na verdade, não senti gosto nenhum, porque as comidas não chegaram. E olha que eu ainda esperei… Está mais para um dissabor mesmo. O garçom perguntou se estava tudo bem. Eu respondi não. Acabei desistindo, e fui comer em outro lugar. Não era “instagramável”, mas você não passa vontade. Na saída, ainda falei com uma pessoa da organização sobre o ocorrido.
“Ah, mas tava muito cheio”. Seria melhor que não aceitassem eventos grandes. “Ah, mas você tem que ir sozinho, em um dia normal”. Tudo bem, aceito ir lá depois. Mas, por enquanto, o pôr do sol, tão lindo lá, está ofuscado.










